Mensagem recebida por e-mail

Experiência,

Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado. Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ver se ela parava de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto. Já conversei com o espelho, e até brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo, já fiz confissões num quarto para o meu melhor amigo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado. Já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado para tentar roubar as estrelas, já subi em árvore para roubar frutas, já caí da escada de bunda. Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro. Já fugi de casa para sempre, e voltei no instante seguinte. Já saí para caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a Cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro. Já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua. Já gritei de felicidade, já roubei rosas num jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas as coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado oração.E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: "- Qual a sua experiência?" Essa pergunta ecoa no meu cérebro: "experiência... experiência..." Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência? "Não!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!" Agora uma pequena questão minha: EXPERIÊNCIA? QUEM A TEM? SE TODO MOMENTO TUDO SE RENOVA???

 Olá, gente,

Tudo bom? Bem, eu realmente amei o texto acima! Espero que vocês também tenham gostado.

Gostaria de saber a opinião de vocês.

A foto abaixo era de quando tentei virar violinista.

Inté a próxima,

Leo

p.s.: o texto foi escrito para um processo de seleção. Ninguém sabe informar se o cara conseguiu a vaga. Com certeza, porém, ele conseguiu uma vaga aqui no meu humilde blog.

Saudações!!!

 

 

Bobinho, mas bonitinho

 

 Olá, gente,

Que coisa mais gay, né?

Pois é, não nego!!! Hehehehehehehe! Porém, não posso negar que vale à pena questionar sobre a mensagem.

Fica aí para vocês pensarem. Food for thought!!!

Inté a próxima,

Leo Drumond

p.s.: Procuro por co-autores para o livro da minha vida. Algum voluntário???

We are the Champions!!!

I've paid my dues

Time after time

I've done my sentence

But committed no crime

And bad mistakes

I've made a few

I've had my share of sand

Kicked in my face

But I've come through

 

And we mean to go on and on and on

 

We are the champions - my friends

And we'll keep on fighting

Till the end

We are the champions (2X)

No time for losers

'Cause we are the champions of the World

 

I've taken my bows

And my curtain calls

You brought me fame and fortune

And everything that goes with it

I thank you all

But it's been no bed of roses

No pleasure cruise

I consider it a challenge before

The whole human race

And I ain't gonna lose

And we mean to go on and on and on

 

We are the champions - my friends ....

 

 

Letra pega em: http://www.queenwords.com/lyrics/songs/sng11_17.shtml

 

 

 

 

 

We are the Champions!!!

Luzes se acendem... Luzes se apagam...

Pessoas vêm... Pessoas se vão...

Problemas surgem... Problemas terminam...

Momentos, quer bons ou ruins, vêm e se vão...

 

Nesse jogo paradoxal,

Quem de pé se mantém,

Diante do Bem e do Mal?

 

Chorar... Rir...

Sentimentos tão próximos,

Sentimentos tão distantes.

 

Fingir... Sonhar...

Filhos da Utopia,

Delírios do Dia.

 

Porém, o que de nós seria,

Se tais sentimentos não existissem?

Justo eles que nos ajudam a

V I V E R!!!

 

Tentativa de texto escrita por mim, Leonardo Antonio Martins Drumond, em 24 de setembro de 2004.

 

 Oi, gente,

Bem, chega de choradeira... Chega de sofrer! Está na hora de pôr a cara à tapa. Viver é preciso (Navegar também o é)!!!

Como diria a Bíblia:

  Debaixo do céu há momento para tudo, e tempo certo para cada coisa: Tempo para nascer e tempo para morrer. Tempo para plantar e tempo para arrancar a planta. Tempo para matar e tempo curar. Tempo para destruir e tempo para construir. Tempo para chorar e tempo para rir.

Ecl 3, 1-4a

Continuar chorando e me lamentando não há de me levar a lugar algum. Existe toda uma vida perante meus olhos. Como enxergar sua beleza se insisto em embaçar meus olhos com as lágrimas das lamentações?

Quiçá seja a hora de tirar "Hold on" da minha trilha sonora! Trocá-la por "We are the Champions!" Encarar a vida olho a olho. Não temê-la! Convidá-la para a pista de dança. Pedir ao DJ Supremo - o Senhor da Vida - a ajudar-me a cambear o drama pelo rock. Em outras palavras, que Deus me ajude a resgatar o Leonardo perdido em outrora.

Sim, às vezes, sinto como se precisasse rever a vida com os olhos daquele Leonardo que, aos dezoito anos, abriu mão de tudo e seguiu para Belo Horizonte rumo a seus sonhos... Medos??? Só o de ser infeliz!

Hoje, porém, vejo-me diante de um Leonardo que teme ser verdadeiro só para agradar a uma sociedade, a qual pouco (ou nada) se importa com ele.

Como fazer para resgatar esse Leonardo? De todo o coração, ainda não o sei. Entretanto hei de fazê-lo paulatinamente. Passo a passo! Se eu correr, posso cair e perder o prazer da aprendizagem.

Enfim, como diria Richard Bach:

                        "Nenhum vento é favorável àqueles que não sabem aonde querem chegar!"

                        "There are no favourable winds to those who don't know where to get to!"

Eu já redescobri aonde quero chegar. E lá vou eu! Sei que Zéfiro, o deus dos ventos, a meu favor estará, pois, afinal:

we are the champions!!!

Hold On

Hold on

This world

This world is cold

But you don't

You don't have to go

You're feeling sad, you're feeling lonely, and no one seems to care

Your mother's gone and your father hits you

This pain you cannot bear

 

But we all bleed the same way as you do

And we all have the same things to go through

 

Hold on if you feel like letting go

Hold on it gets better than you know

 

Your days

You say they're way too long

And your nights

You can't sleep at all

Hold on

And you're not sure what you're waiting for, but you don't want to no more

And you're not sure what you're looking for, but you don't want to no more

 

But we all bleed the same way as you do

And we all have the same things to go through

 

Hold on if you feel like letting go

Hold on it gets better than you know

Don't stop looking, you're one step closer

Don't stop searching, it's not over

Hold on

 

What are you looking for? (2x)

Do you know what you're doing to me?

Go ahead... What are you waiting for?

 

Hold on if you feel like letting go

Hold on it gets better than you know

Don't stop looking, you're one step closer

Don't stop searching, it's not over

Hold on if you feel like letting go

Hold on it gets better than you know

Hold on

 Gente,

Olá! Estou tentando levar!!! Hehehehehehehehe!

Alguém já assistiu ao clip dessa música? Mostram várias famílias de pessoas que se suicidaram. Abordam suas dores! Suas frustrações!!! Enfim, suas dores.

Acho que, atualmente, nenhuma música me fala ao coração tanto quanto esta. A letra é muito forte. Desculpem-me, por favor, se não a traduzo. Baixei a letra no seguinte endereço: http://www.plyrics.com/lyrics/goodcharlotte/holdon.html

"You're feeling sad, you're feeling lonely, and no one seems to care... your father hits you/ This pain you cannot bear..." Bem, esse pedaço destacado retrata exatamente como estou me sentindo. Sei que tenho pessoas que se preocupam comigo. Contudo, em relação ao amor... quanta diferença!!!

Your father hits... Nossa, esse, então, é o mais forte pedaço da música para mim. Que vontade de matá-lo! De vê-lo longe de mim! Sonho em sair de casa. Se Deus quiser, sairei no ano que vem. Se eu sair, convido vocês para o meu chá de solteiro. (risos)

Ih, acho que vou ficando por aqui. Minha mente anda muito confusa. Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Que Deus me ajude!!! E ajude a cada um de vocês.

Beijos e Abraços!!!

Inté a próxima,

Leo Drumond

p.s.: Corrigindo: assisti ao clip da Björk na MTV Latina, não no SoundTrack Channel, como havia dito na mensagem anterior. Fui!!!

 

 

Oceania

Oceania

One breath away from mother Oceania

Your nimble feet make prints in my sands

You have done good for yourselves

Since you left my wet embrace

And crawled ashore

Every boy, is a snake is a lily

Every pearl is a lynx, is a girl

Sweet like harmony made into flesh

You dance by my side

Children sublime

You shom me continents

I see islands

You count the centuries

I blink my eyes

Hawks and sparrows race in my waters

Stingrays are floating

Across the sky

Little ones, my sons and my daughters,

Your sweat is salty

I am why (3X)

Your sweat is salty

I am why (3X)

  Esta era a música a tocar assim que liguei a televisão e pus no "SoundTrack Channel". Peguei a letra em http://www.azlyrics.com/lyrics/bjork/oceania.html . A música é cantada pela Björk. Admito que estou começando a me tornar fã dela. Gente, ela é simplesmente d+++. Aconselho que a ouçam.

Bem, minha noite não terminou nada bem. Minha vida não está indo nada bem.

Olho para frente e começo a ver nada. Dores vêm e vão todo o tempo. Olho para o papel e para a caneta em vão. Palavras parecem fugir-me. Restam-me a música (ouço muito), o colchão e a cama. Hum, embora ache que esteja começando a torrar a paciência deles, os ombros dos meus amigos também me têm restado deveras.

Infelizmente, as palavras e eu parecemos ter brigado de novo. Como quisera escrever um poema que pudesse me tirar a dor que arrebata meu peito... Como impossível me parece, vou ficando por aqui. Na esperança de encontrar no sono o meu consolo.

Inté a próxima,

Leo

P.s.: Pouquíssimas pessoas, na verdade, apenas duas comentaram sobre a mensagem postada por aqui no dia 18 deste mês. Gente, de coração, adoraria saber a opinião de vocês sobre o texto do Fernando Pessoa.

Obrigado por me visitarem,

Leo

 

 

you don't know how you've betrayed me
and somehow you've got everybody fooled
without the mask where will you hide
can't find yourself lost in your lie 
i know the truth now
i know who you are
 De uma certa forma, estou a sentir-me assim: "fool". Graças a Deus, possuo amigos. Nossa, o que seria de mim se não fosse pelos amigos? São eles que me têm dado forças. Obrigado!!!Gente, vou parando por aqui. Quero muito agradecer a Deus pelo domingo ótimo que tive. Comemorei o niver de uma amizade nova: a Renata. Ela trabalhou com o André e a Barbara.

Hum, deixo, em especial, abraços fortes e sinceros para o Leo que perdeu o fratello esta semana. Leo, estou por aqui. Conte comigo!!!

Ih, apesar de partilhar a dor do Leo, cujo blog está aí nos links, deixo MEUS PARABÉNS para a Alê Mitie, cujo aniversário é hoje, dia 20 de setembro.Beijos, Alê. Te amo, minha amiga. Que o Vinicius continue cuidando de ti!!!

Fiquem com Deus!Inté a próxima,

Leo Drumond

 Galera,

Esta mensagem é apenas para pensar.

Como diriam por aí, food for thought!

Inté,

Leo

Palavras de Pórtico

Palavras de pórtico

Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa: Navegar é preciso; viver não é preciso.

Quero para mim o espírito [d] essa frase, transformada a forma para a casar com o que sou: Viver não é necessário; o que é necessário é criar.

Não conto como gozar a minha vida; nem em gozá-la penso. Só quero torná-la grande ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.

Só quero torná-la de toda a humanidade; ainda que para isso tenha de a perder como minha.

Cada vez mais penso assim. Cada vez mais ponho na essência anímica do meu sangue o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir para a evolução da humanidade.

É a forma que em mim tornou o misticismo da nossa Raça.

 

PESSOA, Fernando. In: (Coleção a obra prima de cada autor) Mensagem. Editora Martin Claret, 2003. p 17

nota da coleção: 3 - Esta nota solta, e não assinada, foi publicada, pela primeira vez, na primeira edição deste volume(Rio de Janeiro, GB, 23.03.1960).

 

 

 

 Olá, galera,

Não sei quanto a vocês, mas eu babei ao ler esta nota. É impressionante, não é?

Hoje, vou propor algo diferente, não vou tecer comentário algum sobre a nota do Pessoa. Gostaria, no entanto, de ler as imprensões de vocês. O que me dizem?

Aguardo respostas,

Beijos,

Leo Drumond

The Road Not Taken

Two roads diverged in a yellow wood,

And sorry I could not travel both

And be one traveler, long I stood

And looked down one as far as I could

To where it bent in the undergrowth;

 

Then took the other, as just as fair,

And having perhaps the better claim,

Because it was grassy and wanted to wear;

Though as for the passing there

Had worn them really about the same,

 

And both that morning equally lay

In leaves no step had trodden black.

Oh, I kept the first for another day!

Yet knowing how way leads on to way,

I doubted if I should ever come back.

 

I shall be telling this with a sigh

Somewhere ages and ages hence:

Two roads diverged in a wood, and I -

I took the one less traveled by,

And that has made all the difference.

FROST, Robert. http://www.bartleby.com/119/1.html

Vezes e mais vezes, nos pomos a caminhar. No meio da estrada uma bifurcação nos é apresentada. É preciso escolher o caminho a seguir.

O narrador optou por seguir a menos viajada. Tal fato fato requer coragem! Fugir dos padrões. Não se levar pelos padrões majoritários é se expor a comentários. Necessita-se abrir mão dos padrões.

Por ter escolhido a menos viajada, ele pôde sentir toda a diferença. "Viajando um pouco", podemos inferir que a felicidade lhe foi propiciada a partir da fuga.

Desde o assalto, há uma semana, mergulhei em um mar de depressão. Nossa, por que eu? Perdi meu quarto celular, livros, dinheiro, etc... Contudo, não perdi a vida. É preciso voltar a viver! Deixar de lado as barreiras, comçar de novo. Encarar a feiura, começando a ver a beleza. Difícil? Sim, mas quem disse que viver é um mar de felicidades??? Até para inalarmos o mais belo perfume de rosas, precisamos encarar os espinhos.

Lendo alguns comentários, fiquei super feliz com a manifestação de carinho. Em especial, dou as boas vindas à Rê e ao Leo que me estão visitando agora. Muito obrigado, galera!

Rê, realmente, não é fácil nos expor, porém prefiro imitar o poeta: pegar a estrada menos viajada.

Bem, alguns beijos e abraços para: Alê Mitie, Rê Mitie, Carol (Renata Carolina), André, Cristiano, Nelson, Marcelo, Vivi, Lesliê, Luciana, Barbara, Dener - o sapinho, Leo, Jonas, Alexon e Alexandre - baby. Valeu, anjos!

Inté a próxima,

Leo.

 

Quisera eu ser capaz de fazer da vida uma orquestra, na qual todos os músicos pudessem tocar seus instrumentos na mais perfeita harmonia, sem nenhum acorde desafinado. Dessa forma, ser capaz de viver uma linda e tranqüila existência todos os momentos... Que sonho!!!

 

Contudo, até a mais perfeita das orquestras mundial apresenta momentos nos quais um instrumento precisa ser “reafinado”. É preciso parar! Tirar o instrumento! Afiná-lo! Trazê-lo de volta à orquestra! Esperar o momento certo! Voltar a tocar! Redescobrir a perfeita harmonia!

 

Se uma orquestra não é capaz de manter a perfeição, quem dirá a vida!!! É utopia ansiar por viver uma vida sem problemas. Seria algo monótono! Sem graça e sem vida!

 

Há problemas que nos vêm e nem os percebemos tamanha singeleza com a qual nos são apresentados. Há outros, no entanto, que vêm. Percebemos sua chegada, mas não nos afligem deveras. Requerem certo cuidado, porém os solucionamos. Entretanto, há aqueles que parecem nos arrancar a alma. Parecem devorar-nos milímetro por milímetro. Ninguém parece ser capaz de nos ajudar – pelo menos isso é o que tendemos a pensar. Inclusive, chegamos à ingênua conclusão de que ninguém jamais teve problema tão grande quanto esse a ser vivenciado por nós.

 

Passam-se os minutos, as horas, os dias... enfim, passa-se o tempo. E sempre estaremos a encarar os problemas da forma acima descrita, não é verdade?

 

Bem, essa semana, que se encerrou ontem, marcou na minha vida um paradoxo fantástico. Ela foi marcada por momentos ótimos. Todavia, um só momento ruim (extremamente ruim e doloroso) quase pôs por água abaixo todas as experiências positivas por mim vividas. Relembrando-os: o sábado, dia 04 de setembro, quando fui ao cinema com o André, depois saímos com o Nelson e o Marcelo. O domingo, dia 05, quando fui à casa da Alessandra e tive momentos inesquecíveis. A segunda, gostosa. A terça, feriado nacional – presente de Deus. A quarta, dia em que conheci meu bebê – acho que vou me apaixonar. Todos esses momentos maravilhosíssimos estavam por serem esquecidos por causa da fatídica quinta-feira à noite, quando fomos assaltados por um infeliz e pobre coitado. Por causa disso, quis enjaular-me em uma bolha de vidro, isolando-me da vida e da sociedade. Também o fez o André. Esse, inclusive, queria abrir mão de comemorar seu aniversário por causa do incidente de quinta. Graças a Deus, alguém nos ajudou a afinar nossos instrumentos musicais e partirmos para mais um concerto.

 

 

Sim, anjos de Deus, a quem carinhosamente chamarei de amigos e, dentre os quais, o meu bebê começou a fazer parte, ajudaram-nos a perceber que permanecer dentro de nossas bolhas não nos ajudaria. Muito pelo contrário, far-nos-ia cair em depressão e, com isso, esquecer que a vida é para ser vivida, porque apesar de todos os problemas, sempre hão de haver momentos fantásticos e inesquecíveis.

 

Acho que vou parar por aqui, antes que fique piegas por demais. Né?

 

Gente, agradeço a cada um de vocês pela presença em minha vida.

 Olá!!!

Gente, o sábado está começando a me deixar mais feliz. Hoje é aniversário de duas pessoas que me são importantes: Miranda e André.

O coração está recebendo vida!

Hum, viram que tem um link novo aí na página? Podem visitar, o blog é gracinha.

Hoje, não escreverei muito, pois ainda há um ar de vazio em mim.

Fiquem com Deus,

Leo

Gostaram das carinhas de carente? Bem, é exatamente assim que estou a me sentir. Pássaros da devassidão vieram ao meu coração e lá depositaram ovos. Ovos que já chocaram e, por isso, uma sensação de vazio me vem tomar conta de todo o meu corpo.

Na verdade, nem sei se posso fazer isso com os pobres coitados dos pássaros. Eles são a imagem da liberdade, da vida, do amor... enfim, não merecem ser tão menosprezados. Pássaros, meus amigos, desculpem-me, por favor.

Há, no entanto, um culpado sim por toda essa sensação que abarrota meu peito. Ele é um cara cuja aparência é de 23 anos. E que, ontem, roubou ao Lesliê, à Luciana, ao André e a mim quando voltávamos para casa. Provavelmente, seguiu-nos desde que saímos da Cultura até o local onde o Lesliê costumava estacionar o carro. Levou tudo. Desde o carro até nossos materiais, embora tivéssemos tentado negociar para que nos permitisse ficar com nossas mochilas, pois carregávamos apenas livros. Gente, ele me levou o celular, os livros do CPE, as minhas apostilas de Literatura Americana III e Português VI, além do material da Cultura, redações de alunos e um pedaço de minha alma. Sim, um pedaço de minha alma, pois começo a acreditar que o melhor seria estar longe desse mundo no qual as pessoas nos tiram o que é nosso e os responsáveis por gerir nossa sociedade pouco se incomodam por isso.

Segurança??? No Estado do Rio de Janeiro??? Se existir, por favor, avisem-me porque eu já não acredito mais nisso. E o pior, aproximam-se as eleições e somos obrigados a escutar uma corja prometendo fazer milhões de coisas que jamais serão feitas. Que "Merda"!!!

É!... enquanto isso, somos nós os expostos a essas situações.

Seja o que Deus quiser.

Inté,

Leo

 Gente,

A mensagem anterior a esta me foi mandada por e-mail pela Jussara. Nós estudamos juntos no Bahiense.

Eu a publiquei por aqui porque sou fã dessa mensagem.

Eu a dedico a todos vocês meus amigos.

Muito obrigado por tudo,

Leo

 

p.s.: a foto do anjo publicada em uma mensagem anterior foi "emprestada"de um blog legal: http://sapinho.zip.net

Quem quiser, dê uma passadinha por lá.

Fuiiiiiiiiiiiii!!!

SE UM DIA

Se um dia te der uma louca vontade de chorar,
me chama...
Não te prometo fazer sorrir,
mas posso chorar com você.


Se um dia resolver fugir; 
não se esqueça de me chamar,
Não te prometo convencer de ficar, 
mas posso fugir contigo.


Se um dia te der uma louca vontade
de não falar com ninguém;
Me chama assim mesmo;
prometo ficar bem quietinha(o).


Mas... 
Se um dia você me chamar e eu não ouvir...
Vem correndo ao meu encontro...


Talvez eu esteja precisando de você...

Muito bonitinho, né?

Inté a próxima,

Leo

 A noite de segunda vai dando o encerramento a uma semana que promete ser fantástica. Tive momentos maravilhosos neste último final de semana. Sei que está repetitivo, contudo não há como se negar isso.

Meu fim de semana foi fantástico. E mais fantástico ainda é saber que as pessoas me acham legal. Que me admiram. Gente, juro que, às vezes, me sinto como se nunca fosse fazer falta alguma a ninguém. Entretanto começo a perceber que eu faço a diferença para algumas pessoas.

Agradeço muito a Deus pelos anjos que Ele me tem dado. Deus está cuidando muito de mim, mesmo.

Valeu muito.

Fiquem em Paz!

Inté a próxima,

Leo Drumond

Continuando

Fomos a uma boate chamada "Blue Angel". Divertimo-nos bastante. Ao sairmos de lá, fomos ao "Rainbow", o "gayosque" na orla, em frente ao Copacabana Palace Hotel. Lá, fui àquela parte da praia em que as ondas vêm beijar a areia. É lindo demais, não é? Sem qualquer atenção da minha parte, enquanto dialogava com a praia, André aproximou-se e mostrou-se um "angel" a mim dado por Deus. André - meu novo amigo-irmão, Nelson e Marcelo, valeu pela companhia.

O sábado foi maravilhoso!

O domingo prefigurava - com todo aquele sol a realçar sua beleza - o belíssimo dia por vir.

Por volta das 12 h, fui para Niterói. Almoçar na casa da Alê - outro "angel". Cheguei lá por volta das 14h. That's a shame, isn't it? O almoço foi para comemorar o aniversário da Renata, irmã da Alê. Rê, grazzie tanto! Bem, acho que é zz, não é? Foi tudo deveras fantástico. Para começar, o cardápio parecia ter sido elaborado pelos próprios deuses. Divino! Supimpa! Sem mencionar o fato de reencontrar a Alê o Vinicius - casal do meu coração e, graças a Deus, conhecer gente nova. Inclusive, uma inglesa cujo nome é Orla. Para além disso, tivemos direito a um recital de poesia. Galera do almoço, Muito Obrigado! Thanks a lot!  Grazzie tanto! Merci beaucoup!

Será impossível, sem sombra de dúvida, não classificá-lo como um dos melhores do ano.

Para terminar, só a trilha de Friends: "I'll be there for you (all my dearest friends) ... 'cause you've been there for me,too..."

Inté a próxima,

Leo

 

VI

Existe um povo que a bandeira empresta

P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...

E deixa-a transformar-se nessa festa

Em manto impuro de bacante fria!...

Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,

Que impudente na gávea tripudia?

Silêncio. Musa... chora, e chora tanto

Que o pavilhão se lave no seu pranto!...

 

Auriverde pendão de minha terra,

Que a brisa do Brasil beija e balança,

Enstandarte que a luz do sol encerra

E as promessas divinas da esperança...

Tu que, da liberdade após a guerra,

Foste hasteado dos heróis na lança

Antes te houvessem roto na batalha,

Que servires a um povo de mortalha!...

 

Fatalidade atroz que a mente esmaga!

Extingue nesta hora o brigue imundo

O trilho que Colombo abriu nas vagas,

Como um íris no pélago profundo!

Mas é infâmia demais! Da etérea plaga

Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!

Andrada! arranca esse pendão dos ares!

Colombo! fecha a porta dos teus mares!

 

ALVES, Castro. O Navio Negreiro.

http://www.bibvirt.futuro.usp.br/textos/autores/castroalves/negreiro/navionegreiro_texto.html

E viva Castro Alves! É isso aí, convido vocês, doces amigos, a voltarem seus olhos para o Romantismo Brasileiro, ao reler um fragmento do poema de Castro Alves, "O Navio Negreiro".

Castro Alves pertence à casta da Geração Romântica conhecida como "Terceira Geração Romântica" ou "Geração Condoreira". Tal geração fixou seu olhar no patriotismo. Um patriotismo cujo objetivo não era mascarar o errado e, a partir daí, valorizar o certo. Não! Seu principal objetivo era, sim, valorizar a Pátria Mãe Querida e, em nome desse amor, apontar os erros para sua necessária correção.

No trecho acima de "O Navio Negreiro", percebemos uma crítica severa ao contrabando de escravos.Tal crítica já nos é apontada nos dois primeiros versos.

É, na verdade, uma situação dolorosa por demais. E, em virtude de insuportável dor, até à musa lhe é tirada a posssibilidade de irradiar alegria:"Musa... chora, e chora tanto..." Ela, até então, motivo dos poemas das duas gerações anteriores agora transforma-se na beleza capaz de limpar a feiura. O "canto" é terminado com a súplica do autor aos grandes nomes da navegação para que eles fechem as "portas" através das quais passam os navios.

Sempre que lia esse poema questionava-me sobre a História de nosso amado país. Houve, em nossa História, momentos outros a manchar nosso Auriverde Pendão?

Sim! Houve - e continua a haver! Deixemos, no entanto, o presente à parte. E voltemo-nos ao passado. Mais precisamente à década de 30. Presidente: Getúlio Vargas. Regime sócio-político: Populista autoritário!

Nesse contexto histórico, surge Luis Carlos Prestes cujos ideias o lideraram à afiliação junto ao partido Comunista. A seus olhos, era o único sistema de governo capaz de transformar a Nação brasileira em um território sócio-equalitário. Lutou! Perdeu! Continuou a lutar!

Durante a luta, conheceu uma jovem alemã cuja graça era Olga. Em princípio, Olga viera apenas para ajudar-lhe no campo político, contudo acabou lhe prestando uma ajuda ainda maior: apaixonaram-se. Da inocente paixão, chegaram ao amor. A partir do amor descobriram a vida. A partir da descoberta da vida, encontraram uma nova vida no ventre de Olga.

Durante todo o processo marcado pela descoberta do amor, lutaram juntos! Foram perseguidos! Torturados! Separados!

À Olga, alemã de nascença, sobrou o pior castigo: foi deportada para a Alemanha. Ela, alemã e judia, foi deportada estando grávida. Apesar disso, não desistiu! Buscava forças em seu rebento por nascer e no amor nutrido por Prestes! Lutou em demasia! Deu a luz a uma doce menina. Amamentou! Lutou! Separaram-na de sua filha! Foi enviada a um campo de concentração! Foi morta por um gás a poluir toda uma câmara.

Bem, realmente, sinto muita vergonha ao saber que nosso Auriverde Pendão da Esperança fora usado por Getúlio para assassinar Olga. Viram, infelizmente, mais um momento histórico a nos manchar nossa Bandeira. Como quisera construir uma máquina do tempo e voltar àquela época e assassinar o frio Getúlio. E ainda há quem o considere um herói nacional. Pobre povo brasileiro!!

Ah, sim, todos os sentimentos acima me foram trazidos à tona após assistir ao filme "Olga". Vale à pena! É fantástico! Se puderem, dirijam-se ao cinema e desfrutem-no!

Já que descorri um pouco sobre o filme, vou compartilhar com vocês o roteiro do meu doce final de semana.

Como já é sabido por todos, lecionei das 8 h 15 min até às 11h 30 min de sábado. Depois, ao sair da Cultura, fui ao Shopping Carioca para comprar os ingressos para que o André e eu pudéssemos assistir ao filme. Os comprei e voltei para casa. Ao chegar à minha casa, recebi a visita da Nathara, minha afilhadinha doidinha (assim como eu) e fofocamos bastante.

Às 16 h 30 fui à casa do André. Lanchamos. Fui apresentado a algumas músicas da Björk (acho que essa é a grafia correta) e, logo depois, dirigimo-nos para o cinema. Assistimos à sessão das 18h 30. Durante o filme, confesso, chorei horrores. É lindo!

Assim que o filme acabou, André e eu nos encontrávamos arrasados à enésima potência, por isso, saimos para lanchar. Lanchamos em um barzinho super aconchegante próximo à rua Oliveira Belo. Enquanto desfrutávamos de nosso lanche, o Nelson e o Marcelo nos convidaram para curtir a "night".

Continua...

Eu nunca guardei rebanhos,

Mas é como se os guardasse,

Minha alma é como um pastor,

conhece o vento e o sol

E anda pela mão das Estações

A seguir e a olhar.

Toda a paz da Natureza sem gente

Vem sentar-se a meu lado.

Mas eu fico triste como um pôr de sol

Para a nossa imaginação,

Quando esfria no fundo da planície

E se sente a noite entrada

Como uma borboleta pela janela. (...)

 

PESSOA, Fernando. In: Poemas Completos de Alberto Caeiro. Ficções do Interlúdio/1. Editora Nova Fronteira.Rio de Janeiro, p. 33.

 

 Olá, pessoas,

Tudo bom? Raios de sol continuam a invadir-me a alma. Sou, realmente, paradoxal. Às vezes me vem a alegria; às vezes, a tristeza. E, às vezes, ambas. Doideira, né?

Não sei quanto a vocês, mas eu amei essa primeira estrofe do poema do Pessoa. Sinto-me, exatamente, dessa forma. Minha alma conhece o vento e o sol. Anda pela mão das Estações. Não nego: prefiro a Primavera - conhecida como a estação do Amor e o Verão - a estação da Vida.

Dessa vez, não me deterei muito no poema. Vou me deter em outro detalhe: reparem a referência bibliográfica. Para os que acompanham o meu blog, verão que a referência é nova. Nunca havia sido comentada. Há uma razão para isso. Ganhei esse livro hoje juntamente com PESSOA, Fernando. In: Mensagem. Marvin Claret.2003, São Paulo. Eu os ganhei de presente hoje. Tive uma enorme surpresa quando, ao me levantar, deparei-me com um embrulho para mim da Saraiva. Em principio, pensei haver um engano. Contudo, ao abri-lo, lágrimas escorreram-me pela face ao perceber que eu havia sido presenteado com dois livros do meu escritor favorito, juntamente com Shakespeare.

Dentro do embrulho, além das maravilhas do presente, havia um cartão, cuja mensagem está aí:

"Léo, meu amigão!! :OP Desculpa pela demora ABSURDA no envio de seu presentinho... Espero q vc goste desses livrinhos e os use no seu blog tb, viu? Mais uma vez, meus PARABÉNS pelo seu aniversário e, principalmente, por vc ser esse amor de pessoa! Não se estresse com os q não t aceitam, mas sim, DIVIRTA-SE  com os que t AMAM! Feliz Niver! Saudades, Alê Mitie.

Digam-me, por favor, como vocês se sentiriam ao receber essa mensagem maravilhosa. Eu nem tenho palavras para expressar quão grato estou. Alê, MUITO OBRIGADOOOOOOOOOOO, mesmo!!! Nem sei como lhe agradecer. Vou te ligar para dizer pessoalmente e podermos marcar nosso "meeting". Hum, também estou com saudades. Ah, já comecei a usá-los no blog, viu? E pode ter certeza de que não pararei por aqui. Beijos, Leo.

Wow, vou ficando por aqui.

Fiquem com Deus. Inté a próxima,

Leo

Hum, respondendo à pergunta, Alexon, Graças a Deus, estou bem. E você, meu novo amigo virtual?

 

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